Páginas

Sábado, Junho 02, 2012

Call of Duty: Modern Warfare 3


Ano de lançamento: 2011
Gênero: Tiro em Primeira Pessoa
Plataformas: XBOX 360, PC, Wii, nDS, PS3 *testado no 360
Estúdio: Infinity Ward Sledgehammer
Distribuído: Activision

A perseguição ao líder ultranacionalista russo Vladimir Makarov chega a seu fim...

Leia Mais...

Quando foi lançado recebeu duras criticas pela internet, mas os veículos especializados elogiaram e o jogo vendeu pra caralho.


Eu gostei dos dois primeiros Modern Warfare e joguei bastante o Black Ops lançado anteriormente, era inevitável uma conferida.

Apesar de ter gostado eu me lembro apenas vagamente da historia dos jogos anteriores e seus personagens, não imaginei que seria um empecilho, mas é. A historia do terceiro jogo tem a mentalidade de um filme, ou melhor, a serie CoD vem agindo como se fosse uma franquia cinematográfica já faz um tempo, e por não me lembrar direito do que aconteceu o inicio do jogo me pareceu confuso, por ter uma mentalidade de ‘’filme’’ o roteiro age como se eu me importasse tanto com a historia a ponto de ter jogado os anteriores recentemente ou pelo menos ter uma memória fresca dos acontecimentos, alem disso vemos a escola Michael Bay, com o primeiro jogo tendo um momento épico (bomba nuclear) o segundo outro momento incrível (pulso de EMP na cidade) e esse terceiro tenta fazer com que todas as cenas sejam épicas. E por isso mesmo acaba perdendo o impacto, temos helicópteros caindo, submarinos explodindo, a torre Eiffel caindo, um arranha-céu vindo a baixo... No gameplay também temos o mesmo problema, nos jogos anteriores tínhamos volta e meia uma espécie de ‘’cutscene interativa’’ em que você não pode fazer nada alem de andar e mexer a cabeça, mas também não da para avançar, ou largar o controle, agora temos varias cenas assim e o que seria para dar uma imersão maior acaba é tirando a graça, com seu personagem atordoado andando bem lentamente em vários momentos.

O jogo também exagera no próprio estilo de contar o enredo pela visão de diversos personagens e uma cena em particular mostra bem claramente os motivos de minhas reclamações. Em determinado momento do jogo você controla um turista filmando a família... Eu achei que era uma cutscene, um vídeo, mas o jogo não progride, só continuou após eu começar a interagir, e a interação é completamente inútil você controla a câmera e pode dar zoom para mostrar um carro bomba explodindo a família em uma tentativa de momento dramático, mas pelo fato de não ser um vídeo e me obrigar a interagir em uma cena em que não tem graça alguma, me deixou frustrado o que resultou em eu ter ficado tentando dar closes na bunda da mulher ou filmar passarinho no céu, cagando para o incrível momento dramático... Tem outra cena que você é um segurança e precisa ficar parado ouvindo uma reunião, e eu jogador fiquei andando para um lado e para o outro girando a câmera rindo imaginando o segurança possuído e ninguém dando à mínima.

A historia é mais ou menos, conta com reviravoltas, mas depende muito dos jogos anteriores para que você se importe com os personagens, também é bastante frustrante a ideia de que você passa o jogo todo procurando esse terrorista russo ao redor do mundo e acha ele de uma forma bastante corrida e simples.

Conta com as tradicionais cenas de veiculo e metralhadora montada, que infelizmente tem em todos jogos de tiro em primeira pessoa e são sempre uma bosta e sim, assim como o resto do jogo também exagera na quantidade. No MW3 a pior cena é a de lancha, que basicamente resume o jogo online, você pilando a lancha teu parceiro na frente com arma sem fazer nada alem de gritar com você, quando inimigos se aproximam você é obrigado a largar o comando da lancha matar eles e depois voltar a pilotar, enquanto seu colega fica gritando sem fazer nada =D.

O som das armas deixa a desejar, a musica orquestrada é boa assim como as dublagens.

O gráfico é bom, no meu caso que tenho jogado muito Battlefield 3 foi bastante broxante ver que o cenário praticamente não tem danos (incluindo portas e barraquinhas de madeira) com o máximo sendo buracos de balas e sangue estéticos nas paredes, apesar disso o cenário é bacana em sua maioria com prédios destruídos e metrópoles devastadas.

Apesar de ter um enredo mais ou menos o roteiro é bom, o roteiro das cenas. Tem cenas esperadas que já encheram o saco também por terem em todos jogos de FPS como ‘’helicópteros o meio de transporte mais perigoso do mundo’’, mas conta com cenas bem legais como a do prédio caindo, a guerra nas cidades e até mesmo a missão final com dois personagens usando armaduras e se transformando em dois tanques de guerra humanos.

A jogabilidade é a mesma, não tem absolutamente nada de diferente, que eu geralmente não acho ruim, mas para jogos que são lançados anualmente é bastante frustrante.

Alem do modo historia tem um modo de sobrevivência, com ondas de inimigos e os tradicionais modos onlines, não existe bot oficial, mas CoD ainda é um dos únicos jogos que continuam permitindo tela dividida e rede local. E o grande destaque continua para a jogatina online.

Nota: 6

É um jogo até que bonito, bem feitinho, mas não empolga. Não empolga jogar sozinho por ser mais do mesmo, o exagero do roteiro seria bem vindo se logo depois não puxasse o freio de mão em uma ‘’cutscene interativa’’ tediosa, a campanha apesar de legal funcionaria muito melhor em um filme do que foi no jogo. O modo de sobrevivência também não tem absolutamente nada de diferente, os modos zumbis dos jogos anteriores pelo menos têm... Zumbis oras bolas, zumbis são quase sempre legais.
E o modo multiplayer não tem tantas novidades apesar de ter um ou outro modo interessante como o modo de confirmar a morte dos inimigos.

Para: Ver que CoD virou jogo de futebol, lança todo ano tem um monte de gente que se amarra nos lançamentos, mas é quase sempre a mesma coisa com roupagem diferente. Tem seus fãs, diverte, mas não vale apena.
   

Sexta-feira, Junho 01, 2012

Battlefield 3

                                          
Ano de lançamento: 2011
Gênero: Tiro em Primeira Pessoa
Plataformas: Xbox 360, PS3, PC *testado no Xbox 360
Estúdio: Dice (Digital Illusions CE)
Distribuído: Electronic Arts

Imagino que já deva saber do que se trata.

Leia Mais...

É um jogo de tiro com foco no multiplayer tendo um cenário contemporâneo.

Battlefield 3 possui dois DVDs um para a campanha solo e o outro com o multiplayer e co-op, e um manual ‘’folheto’’, no entanto é possível ver o manual online direto no menu do jogo o que já ajuda bastante.

No meu caso foi bem chato para conseguir jogar, eu instalei o jogo no HD (opcional) para diminuir o tempo de load e não ficar forçando o leitor, ai foi à hora de instalar um pequeno patch e depois ler uma mensagem falando sobre um pacote de textura que é incluso no disco e tem mais de dois gigas (mas também opcional) e por fim um novo patch para poder jogar online com mais de um giga e esse tendo que baixar e não opcional, acabei por levar mais de 2 horas para conseguir enfim jogar o jogo. Mas quando fui testar a parte online tive que fazer um registro em um serviço da EA o tal do battlelog que é tipo um facebook do battlefield e pode também ser acessado no computador alem de ter que utilizar o passe online.

O modo solo tem uma historia curta, aproximadamente cinco horas, cutscenes mais ou menos assim como as dublagens e um roteiro que eu estava achando bastante ruim, mas da uma melhorada no decorrer, não que seja bom. É interessante por focar no soldado e o soldado é que é o herói e não o estado ou os engravatados, mas é um ângulo que vem sendo usado em todos os jogos de tiro da EA já há algum tempo e já ficou batido, fora que o roteiro tem seus furos e momentos difíceis de engolir, alem dá já manjada campanha em que você joga com mais de um personagem para ver outros ângulos do roteiro. As missões em sua maioria são seguir alguém até um determinado ponto e matar tudo que se mova, tem a tradicional missão de tanque (todo jogo de tiro tem), mas é interessante até porque serve de treinamento para usar tanques no modo multiplayer e uma missão de avião em que você apenas fica encarregado do armamento e não serve pra nada porque nos modos multiplayer com avião só tem avião para apenas uma pessoa. Tem também bastantes missões ‘’ande até uma metralhadora e atire em tudo’’ o que acaba ficando chato e cansativo.

O modo co-op funciona bem, tem um sistema de evolução e também abre novas armas para o modo multiplayer, não é uma historia paralela e sim uma serie de missões, as missões são variadas e eu pessoalmente gostei delas, não é exatamente um treino porque as classes não são bem definidas nesse modo, mas da para entender como as armas funcionam e tem uma missão de helicóptero, muito útil para pegar as manhas do complicado controle. Até o momento joguei apenas com desconhecido e sem usar o microfone, é um pouco frustrante porque as fases foram realmente pensadas para o jogo em conjunto, mas dá para se virar razoavelmente, dependendo do horário e da missão que escolher pode ser que demore um pouco para encontrar jogadores.

O foco principal é o modo multiplayer, são quatro classes:
Assault – Que seria o medico, usa rifles de assalto (média/longa distancia), tem de itens medikits (basta jogar no chão e quem estiver ferido por perto se cura) e desfibrilador para reviver companheiros caídos, alem de lançador de granada e escopeta que ambos podem ser presos na arma principal (podendo assim jogar apenas para combate ao invés de dar suporte para o time)

Engineer – O mecânico, com armas para médio alcance e tendo itens visando concertar ou destruir veículos.

Support – Com metralhadoras pesadas tem itens que podem variar de explosivos ou caixas de munição para que os colegas de time possam se reabastecer (funciona da mesma forma que os medikits)

Recon – Os ‘’snipers’’ e como o nome da classe sugere seu foco principal são no reconhecimento de território, avistando inimigos a distancia, mas também uteis em invasões.

Cada classe tem uma função e a principal novidade é que você é premiado por jogar ‘’pelo time’’ ao invés de apenas tentar matar todo mundo, por exemplo, usando o Recon para identificar inimigos e assim eles aparecerem no mapa, quando eles forem mortos você também ganha pontos, usando o Support e dando munição para o time ou o Assault e curando, até mesmo concertando veículos, você também pode ganhar pontos por ‘’suppres fire’’ que seria cobrir uma área que tenha inimigos dando tiros e assim seus colegas de time poderem avançar e acabar com eles, por ter feito dano em um inimigo (você esta quase matando e aparece outro cara e mata o teu inimigo, você ganha o equivalente em pontos pelo dano que fez), destruir veículos inimigos, matar inimigos que feriram seus colegas salvando eles...


Esses pontos funcionam como XP, e fazem seu nível de soldado subir, abrindo novos itens e ajudas que podem variar de mais munição, poder carregar mais explosivos, ou tomar menos dano com explosões entre outras coisas. Cada classe também tem sua própria grade de evolução assim como cada categoria de veiculo. O que deixa o jogo com um jeitão de MMO precisando se dedicar consideravelmente para ter um bom nível.

Outra novidade são os esquadrões, pequenos grupos dentro de um time, alem do uso estratégico também é vantajoso para ganhar mais pontos (curar um membro do time da um tanto te pontos se curar um membro do squad da mais) e também para dar respawn em um membro e não precisar andar longas distancias.

As classes são balanceadas, dá para pensar um pouco fora da casinha e descobrir novas utilidades para elas, o Support com C4 é bem útil para demolir tanques.

Os modos são Team Deathmach que seria algo próximo ao CoD, Conquest que é um capture o objetivo e mantenha com foco em veículos, Rush um time precisa defender um objetivo enquanto o outro ataca, caso o time atacante consiga o objetivo o mapa se expande revelando novas áreas (o modo com jogos mais longos) e variantes por esquadrões.

Cada modo usa variantes de mapas que tem em todos os modos, são mapas interessantes que te dão um grande leque de estratégia e abordagem, mas em vários modos fica uma corrida desenfreada para pegar veículos, porque os mapas são grandes (tirando no modo deathmach).

Uma coisa que volta melhorada é o cenário destrutível, mas ainda está longe da perfeição, é possível derrubar paredes, arvores até mesmo botar um prédio a baixo, mas pedras e outras partes do cenário não são destrutíveis o causa confusão, fora que existem ‘’pontos’’ específicos em determinadas estruturas, às vezes atirar com um tanque pela janela não vai destruir o prédio, sendo preciso acertar o ponto da parede entre duas janelas e assim por ele a baixo.

Dirigir tanques é divertido, como as arvores são destrutíveis fica mais difícil encontrar algum ‘’toco do mal’’ que faz seu poderoso tanque ficar travado, aviões e helicópteros precisam de treino o que é bem difícil já que apenas o helicóptero tem em outro modo que não seja o multiplayer e mesmo assim vai depender da paciência do seu parceiro de co-op, fora o fato de não ter tanto veiculo assim e principalmente as aeronaves, são veículos bastante visados.

Até agora não tive nenhum problema para encontrar servidores, já ouve casos de ter pouca gente, mais pelo fato de se o time estive perdendo o pessoal começa a sair (devido ao battlelog que deixa registrada as derrotas e vitorias). Os efeitos de som são muito bons, sejam explosões ou tiros, às vezes os sons da uma sumida.

O gráfico com o patch de textura realmente fica bom, mas inferior a um PC rodando tudo no máximo, fora que o console agüenta apenas 32 players já o PC pode encontrar jogos com 64.

 Nota: 9 * nota atual: 4 Battlefiled 3 é feito para se jogar online, é um jogo que também foi feito para o time e quando digo time não digo que é feito para jogar apenas com amigos ou clãs, mas sim cada um do grupo fazer sua parte e por experiência própria é possível um time de desconhecido jogando ‘’pelo time’’ vencer um clã, sair se achando o RAMBO, o exercito de um homem só não compensa, até porque o sistema de pontos é bem generoso com quem joga pelo grupo, sendo às vezes possível que alguém que não tenha matado absolutamente ninguém ficar no topo da tabela e ganhar bem mais pontos de quem saiu matando todo mundo. Os efeitos gráficos, o estilo do jogo e o som dão uma sensação bastante realista digna dos melhores filmes de guerra que existem.

Para: Aprender que se cada um fizer sua parte é possível vencer =P

 *Essa analise foi feita no dia 21 de fevereiro (e só foi postada agora, só tem eu escrevendo aqui e não posso me dar o luxo de fazer um monte de postagem, sem ter algumas reservadas para cobrir) e algumas coisas mudaram. Um enorme patch foi lançado com mais de um giga de tamanho, trouxe boas mudanças, mas também trouxe uma que apresenta um terrível problema, agora é possível alugar servidores pagando cerca de um dólar por dia (na opção mais barata de trinta dias) em que o dono pode alterar as regras, e a EA resolveu desabilitar vários servidores oficiais e para piorar os poucos que tem já não contam com as regras iniciais seja de modos ou de rotatividade de mapas, sendo virtualmente impossível hoje em dia encontrar um servidor dedicado a um modo, sem alterações e que possua todos os mapas.

Os servidores pagos cotam com suas próprias regras e a principal infelizmente é ‘’nunca jogue melhor que o adm’’.

Como grande parte do jogo é dedicado ao multiplayer, conta com um passe online (pago em copias usadas) e enfrenta um grande problema com a falta de servidores oficiais, isso faz com que a nota atual seja essa medíocre e a compra um péssimo investimento.

 **O que mais deixa triste é que é um jogo muito bom, que tivesse ao menos opções de bot ou no mínimo tela dividida, mesmo que venha como forma de patch pago eu como um bom otario pagaria mais 10 ou 15 dólares por bots nos modos originais.

 DICAS


 Procure ler sobre as classes e a grade de itens que elas abrem, depois de um pouco de teste tente ficar com apenas uma por um tempo e ‘’upar’’ ela, vai ser bem mais útil do que tentar jogar com todas.

 Pense fora da casinha, é possível, por exemplo, ser um Assault focado apenas em combate com munições diferentes para o lança granadas e um rifle com itens modificados para longa distancia/ou curta com silenciador.

 Para upar level rápido o melhor modo é o Team Deathmach por ter jogos mais curtos (10 a 15 minutos em media) eu aconselho utilizar armas de curto alcance, como escopetas ou submetralhadoras e ficar em constante movimentação (CoD), volta e meia tem um monte de snipers, mas eles não costumam ter uma pontuação tão boa devido aos mapas geralmente não terem grandes pontos de afunilamento.

Conquest é o melhor modo para upar level com veículos, capturar ou neutralizar bandeiras dentro de um veiculo contam pontos pro veiculo, e vale pra todo mundo que estiver dentro.

Mira laser e lanternas cegam temporariamente, tanto os inimigos quanto quem estiver no seu time, não seja uma mula e pare de iluminar a cara do pessoal do seu time!

Não sabe pilotar algo, mas quer tentar, entre como piloto e deixe o veiculo parado caso mais alguém tenha entrado junto até que a pessoa saia e você possa se explodir (no começo todo mundo se explode, todo mundo tem o direito de brincar, mas é foda levar os outros pro alem).

Nunca largue o veiculo pro inimigo, é melhor dar uma de kamikaze porque o veiculo vai fazer uma falta tremenda, até porque ele não vai aparecer de volta até que seja destruído.

Recon tem um item chamado ‘’soflan’’ ele é tipo uma câmera que serve para travar mira em veículos, engenheiros tem três tipos de bazuca, uma que atira para qualquer direção, uma que trava apenas em veículos aéreos e outra para veículos terrestres, se o recon tiver travado o soflan em algum veiculo como um tanque, por exemplo, o engenheiro não precisa travar para atirar e usando bazuca anti-terrestre é possível acertar aeronaves dessa forma, e sim todo mundo ganha pontos com isso.

‘’Paint target’’ para veículos é a mesma coisa do soflan e mísseis de calor podem ser disparados sem precisar travar caso o alvo seja ‘’pintado’’ ou previamente travado com o soflan.

No Xbox apertar backspace (aquele botão tipo o ‘’start’’ são que do outro lado) ao ver um inimigo vai ‘’marcar’’ enquanto ele estiver na sua visão e assim aparecer no mapa para todo mundo do teu time, funciona para qualquer classe, dentro de veículos ou usando tranqueiras como o soflan, mira telescópica... Isso ajuda muito! Mesmo quando for algo que pareça obvio como um helicóptero, como os mapas são grandes é fácil perder a noção de distancia e graças à gente mostrando onde é que tava a porra dos aviões inimigos que eu consegui upar meu caça.
 

Terça-feira, Maio 29, 2012

Podcast

Fui convidado para participar de um novo podcast, é tão novo que não tem nem nome =D. O podcast foi idealizado, editado e organizado pelo Renan do Reviewzeiro (então culpem ele por qualquer problema) e conta com a participação do Carlos la do Bordoada Cerebral .

Leia Mais...


É o segundo piloto e você pode ouvir e baixar aqui   ou no mirror a baixo. Não é o tradicional 4shared porque o site esta uma bosta só deixando baixar quem for cadastrado.

Download meah! 

Sábado, Maio 26, 2012

50/50 (50%)



Diretor: Jonathan Levine
Ano: 2011
Roteirista: Will Reiser
Gênero: Drama, Comedia.

Um homem de vinte e sete anos é diagnosticado com câncer e o filme mostra a luta para lidar com a doença junto com as pessoas a seu redor...

Leia Mais...

Apesar de ‘’Comedia’’ ter o Seth Rogen e a capinha do filme parecer algo mais cômico o filme é um drama, mas um drama não tão dramático (whaaa?).

Joseph Gordon-Levitt é Adam um rapaz certinho e bonzinho que namora Rachael (Bryce Dallas Howard) uma aspirante a artista e tem Kyle (Seth Rogen) como amigo, um cara que parece não levar nada a serio. Adam então descobre que tem câncer e o filme mostra sua luta, tendo que contar para seus pais Richard (Serge Houde) que tem Alzheimer e Diane (Anjelica Huston) que é possessiva, a amizade com dois outros pacientes que fazem quimioterapia Mitch (Matt Frewer) e Alan (Philip Baker Hall) e suas seções com a jovem e inexperiente psicóloga Katherine (Anna Kendrick).

E apesar desse breve resumo, não é um dramalhão. É um drama a doença é levada a serio como deveria ser feito, tem seus momentos que ‘’quebram’’, mas não é um daqueles dramas de sentir pena ou se sentir mal, tem seus momentos de comedia, com o amigo sem idéia do que falar quando recebe a noticia, ou mesmo uma cena de uma festa que era para fazer com que Adam se sentisse melhor e ninguém lá sabendo o que falar, inclusive falando coisas estúpidas do tipo ‘’mas, como aconteceu?’’, ’’você tem foto do câncer?’’ e coisas do tipo que acaba tornando o filme mais realista, por não ser um banho de lagrimas e respeitoso por não ser uma comedia estúpida.

As atuações são boas, Joseph Gordon-Levitt foi muito bem no papel, a Bryce Dallas também, a direção é melhor ainda, por que consegue fazer com que o Seth Rogen seja o responsável por um dos momentos mais dramáticos, o que ‘’me quebrou’’ e me fez emocionar mais (emoooo), sem que o Seth Rogen precisasse atuar de forma dramática em momento algum! Eu gosto dele como ator, acho que comedia exige muito mais, mas não da pra imaginar ele todo dramático...

Apesar disso tem algumas partes que acabaram ficando um pouco chatas com Adam andando sozinho com alguma musica dramática rolando ao fundo, eu também não gostei muito da trilha sonora, com varias bandas ‘’choronas’’ que fazem um som parecido com o do Coldplay, a única musica que achei mais interessante foi o Pearl Jam com Yellow Ledbetter.

O roteiro como falei, consegue fazer um drama mais realista misturando com comedia de forma respeitosa.

Nota: 8,5


Me fez achar graça nas piadas e sentir o drama (ui). Não leva mais pela campanha publicitária dar a entender que seria mais voltado para a comedia. Lembrando que eu não gosto de dramas.

Para: Ver que é possível fazer um drama sem precisar virar novela.


Sexta-feira, Maio 25, 2012

Trolljegeren



Diretor: André Øvredal
Ano: 1982
Roteirista: André Øvredal, Håvard S. Johansen
Gênero: Aventura, Terror, mocumentario

Grupo de estudantes grava um documentário sobre ataques de ursos quando descobrem algo muito mais assustador por trás dos ataques...

Leia Mais...

TAAAAAM

Filme norueguês que aparentemente fez sucesso lá fora e estão especulando um possível remake americano (porra Hollywood, ta com grana sobrando e não sabe onde gastar me contrata).

A capinha, o nome a sinopse oficial deixa claro o que acontece, mas o filme tenta ter um ar realístico e surpreendente, assim como o ‘’Ultimo Exorcismo’’ acaba se prejudicando por causa disso, ele também é gravado em primeira pessoa e a idéia é que as fitas foram achadas, chegam ao ponto de usar imagens e áudio adulterado do primeiro ministro da Noruega para dar um ar mais realista.

O roteiro é sobre esse grupo que acaba encontrando um misterioso homem, esse homem é um caçador de trolls de um órgão secreto do governo e por estar de saco cheio de ser o único caçador, não ganhar um salário digno e se arriscar todos os dias, decide levar o grupo e mostrar um pouco sobre sua carreira.

Trolls? Você se pergunta, sim trolls! Criaturas presentes na mitologia européia e pouco conhecida para o publico brasileiro, é uma idéia interessante de abordar essas criaturas como se fossem verdadeiras (ou qualquer outra para ser sincero) com direito a explicações cientificas (pseudo) sobre os ‘’porquês’’ no caso existem lendas que o troll vira pedra com os raios solares e outras que eles explodem, no filme temos uma veterinária que explica esses porquês, porque reagem de forma diferente, porque acontece isso e vários outros detalhes que deixa a mitologia mais interessante, como podem ter notado eles também são tratados como uma espécie de animal.

A idéia dessa espécie com diferentes subespécies sem o conhecimento do grande publico pode parecer estúpida, mas é fato que mesmo nos dias de hoje espécies são descobertas (de tamanhos consideráveis até) e existe muitas áreas remotas repletas de lendas, se levarmos em consideração que o governo esconde eles também, camuflando os ataques como ataques de urso e a destruição causada pelos maiores como tornados, é uma idéia aceitável, mas improvável que ninguém tenha conseguido filmar antes.

É tudo muito interessante, talvez fosse melhor caso eu soubesse mais sobre a mitologia dos trolls e assim pudesse comparar com as explicações, mas o problema é que ele é tipo ‘’Bruxa de Blair’’, acharam as fitas e botaram em ordem cronológica as imagens tremidas de alta qualidade (era um grupo com equipamento profissional) e por isso os personagens não são desenvolvidos, o único que tem personalidade é o caçador de troll que acaba sendo uma espécie de herói de filme western, não se sabe muito do passado dele, apenas o que ele faz e apesar de durão ele tem compaixão pelas criaturas...

Esse andamento ‘’Bruxa de Blair’’ acabou deixando o filme muito cansativo para mim, como jogam algumas cenas ‘’os jovens batendo papo/brincando/mostrando que são pessoas’’ mas não o suficiente para definir as personalidades apenas para não deixar o filme muito seco (como a maioria dos filmes assim) em vários momentos me fizeram começar a olhar para os lados e perder o interesse.

Atuações e direção típica do gênero, confusa, desfocada, tremida, com vários gritos e gente correndo no escuro.

Os efeitos especiais são bons e a qualidade das imagens é nível ‘’Hollywood’’.

Nota: 4

É uma boa idéia, é interessante, de certa forma novo (o tema pelo menos), mas achei um tédio, talvez se fosse um formato documentário sem essa coisa de ‘’achamos as fitas’’ e a idéia de ser essa equipe confrontando as autoridades sobre o conteúdo do documentário, ficasse mais divertido de se assistir.

Para: Aprender um pouco sobre trolls

Sábado, Maio 19, 2012

Transformers: Dark of the Moon (Transformers: O Lado Oculto da Lua)



Diretor: Michael Bay
Ano: 2011
Roteirista: Ehren Kruger
Gênero: Ação, Aventura, Comedia, Ficção Cientifica

Uma nave contendo artefatos especiais que iriam vencer a guerra no planeta (dos robôs não lembro o nome) caiu na lua e apenas agora que os Autobots descobrem sobre isso...

Leia Mais...

Sinopse de merda? Sim é minha homenagem ao filme =D

É melhor que o segundo filme, mas é coisa do Michael Bay então é mais, mais, MAIS!!! Se no segundo tinha piadinha a toa nesse terceiro tem muito mais, tem até o Ken Jeong que interpreta praticamente o mesmo personagem do ‘’Se Beber Não Case’’ se ele curtisse conspiração e trabalhasse em um escritório.

A direção é uma bosta esperada, não conta com apenas uma cena ‘’musica lenta chata com guerra fudida ao fundo’’ (é a moda nova dos diretores canastras, até nos joguinhos tem sido assim), ‘’momento em que um protagonista esta para morrer e é salvo’’, ou mesmo ‘’câmera lenta para mostrar um ângulo maneiro de destruição durante a batalha e depois voltar para câmera normal para dar uma sensação tipo montanha-russa’’, não são nem duas, mas varias e varias cenas assim, tudo bem que metade do filme não acontece nada apenas historia e piadinhas o que me surpreendeu, mas quando começa a guerra que seria o ápice o que iria empolgar, se torna chato pacas por causa do uso repetitivo dessas seqüências, ai taca um monte de piadinha no meio e baboseira patriota caga de vez.

O roteiro é ruinzinho, mas melhor que no segundo filme agora temos mais historia, continua tendo os lances ‘’soldados são fodões e Deus abençoe a America contra os terríveis russos e árabes’’, mas é em menos quantidade até me surpreendeu não terem simplesmente apagado a personagem da Megan Fox com vários diálogos falando sobre a ‘’ex-namorada gostosa’’

A personagem da ‘’namorada gostosa’’ também foi uma surpresa por ter bastante dialogo, ela tem até personalidade o que eu não esperava que fossem nem ao menos tentar desenvolver.

Os efeitos especiais de modo geral são bons, chega a ser engraçado na cena do bumblebee salvando o Shia LaBeouf na auto-estrada o robô se transformando, os carros voando e as explosões ficaram mais realistas (no sentido de efeito especial obvio) que o Shia voando.

As atuações são o esperado, achei que a Rosie atua legalzinho o que mata é que ela foi contratada para ser a gostosa, então temos ela ‘’sofrendo’’ toda linda com cabelo arrumado e fazendo pose (mas ela não fica penteando o cabelo durante as cenas de ação).

Mesmo esperando uma porcaria o começo do filme com seu roteiro meia boca e tudo mais, estava divertido o que matou foi à parte final da guerra e o filme ter duas horas e meia ficou cansativo demais.

Nota: 4

É ruinzinho, mas não chega a ser horrível. Tem o Alan Tudyk fazendo o Dutch ele é legal.

Para: Se você for um diretor assistir esse filme duas vezes seguidas e desistir de fazer essas seqüências de cenas maneiras de batalha selvagem com seila coldplay tocando ao fundo e em câmera lenta.


Sexta-feira, Maio 18, 2012

The Ward (Aterrorizada)



Diretor: John Carpenter
Ano: 2010
Roteirista: Michael Rasmussen, Shawn Rasmussen
Gênero: Suspense, Terror, Drama

Um grupo de garotas em um hospício aterrorizadas (ráaaaa) por um fantasma do passado.

Leia Mais...

Filme ambientado sessenta e seis apresenta Kristen (Amber Heard) sem memória que acaba de entrar para o sanatório e lá conhecemos as outras personagens, a parte do sanatório pega praticamente todos os clichês já vistos sobre o tema em filmes, eletro-choque, enfermeira gorda que fica sempre com cara de bunda e parece/ou é má, tradicional truque de esconder os remédios em baixo da língua... Os personagens até que são interessantes, mas a principal Kristen é o ‘’herói de merda’’ é aquele tipo de protagonista que exige, chega gritando e a grande maioria das suas ações visam o próprio beneficio as poucas ‘’altruístas’’ são forçadas, o herói de merda tem sempre uma ou duas cenas em que ele derruba alguém maior utilizando um único golpe sem treinamento algum e pelo menos uma frase de impacto e eu odeio do fundo da alma esse tipo de personagem infelizmente comum nos filmes que visam o grande publico e em The Ward a personagem principal é esse personagem...

Como se não bastasse ser o péssimo estereotipo ‘’herói de merda’’ Amber Heard fez um péssimo trabalho, com uma atuação forçada, travo os dentes em quanto falo para mostrar que estou com raiva, arregalo os olhos para mostrar que estou com medo e apenas isso, isso é brincar de tetrinho, as outras personagens tem atuações melhores, mas papeis pequenos e nenhum personagem tem carisma aponto de sentir empatia, a relação entre eles também é corrida e não explorada, porem isso e vários outros pontos negativos no roteiro, fazem sentido no final que não irei entrar em detalhes por ser a parte boa do filme, que me surpreendeu. No entanto ainda assim existem muitos furos e coisas sem explicações.

A parte dramática deixa a desejar por não explorarem melhor os personagens e seus relacionamentos e a de terror por não convencer já que o terror é um elemento secundário no roteiro, apensar de ser vendido como um filme de terror com fantasmas é na verdade um drama com suspense.

A trilha sonora é boa, tem um estilo bem parecido com os encontrados em filmes de terror da época (que o filme foi ambientado) com um instrumental sinistro que te deixa incomodado e um pouco de rock da dos anos 60.

A direção de modo geral é boa, eu gostei bastante da iluminação que não é algo que eu costumo reparar, mas deu um clima bem melancólico e o filme visualmente é bastante interessante. Os efeitos especiais não são muito utilizados a maquiagem do fantasma é legalzinha, mas não tem nada que marque ou chame a atenção.


É um filme que da a impressão que foi uma tentativa de homenagear os antigos filmes de terror/suspense, mas foi feito visando um publico novo e impaciente, então apesar de ter potencial para ser algo tenso, não é por não se dar ao luxo de gastar tempo tentando criar relações ou fazer com que os personagens sejam interessantes, como também tem um andamento corrido e o herói de merda que fode qualquer clima...

Nota: 5

Eu não esperava a resolução, realmente me surpreendeu eu achei interessante a idéia ainda mais por explicar partes que não estava gostando, mas não é convincente. A trilha sonora e varias cenas tem um potencial incrível para ser algo realmente bom, mas de modo geral acaba ficando tudo bem mediano e a Amber Heard realmente atuou mal.

Para: Ver como a filha do Ted (Lyndsy Fonseca do seriado How I Met Your Mother) cresceu


Sábado, Maio 12, 2012

Chuck



Ano: 2007 a 2012
Criadores: Josh Schwartz, Chris Fedak
Gênero: Comedia, Ação, Drama.

Um rapaz de vinte e poucos anos sem futuro trabalhando em uma loja de eletrônicos acidentalmente entra em contato com um experimento secreto do governo e vira um agente secreto.

Leia Mais...

Chuck começou na época que o ‘’nerd cool’’ estava dando os primeiros passos, e tinha em sua primeira temporada um lado bastante nerd, alem da idéia saída de clássicos do ‘’sessão da tarde’’ com um espião atrapalhado, o elenco de apoio era todo de perdedores carismáticos e era inevitável atrair a atenção e até fazer com que um grande grupo de pessoas se sentisse relacionado com a serie, afinal Chuck (Zachary Levi) era o nerd comum, o cara de vinte e tantos anos que não sabe muito bem como agir com as pessoas, tem potencial para ser mais, mas acabou perdido não explorando esse lado por comodismo, se dedicando a hobbies... E é um seriado bem ‘’cafona’’, bobinho com o nerd entrando em contato com uma tecnologia chamada INTERSEC que basicamente faz o upload de um monte de informação para o cérebro da pessoa e ele então começa a ter flashes e instantaneamente saber fazer algo como lutar ou reconhecer alguma informação relevante, virando um espião a sua própria maneira e tentando conquistar a sexy espiã Sarah (Yvonne Strahovski) que pertence a um pequeno grupo de agentes da CIA tentando manter a segurança do INTERSEC. E isso tudo repleto de referencias nerd e um humor bem bobo também.

O elenco de apoio sempre chamou a atenção, Morgan (Joshua Gomez) o melhor amigo de Chuck e sidekick engraçado, Jeff (Scott Krisnky) o personagem prá lá de esquisitão, Lester (Vik Sahay) o babaca do grupo que apesar de babaca é ‘’o nosso babaca’’, o sábio a sua própria maneira Big Mike (Mark Christopher Lawrence) todos trabalhando na loja de eletrônicos Buy More, Casey (Adam Baldwin) o coronel durão que faz parte da equipe de espiões, a irmã mais velha de Chuck, Ellie (Sarah Lancaster) que é a pessoa normal do seriado e seu namorado Devon (Ryan McPartlin) o cara que é ‘’bonitão’’, faz escaladas, pratica diversos esportes, medico o típico herói galã de outros seriados.

Chuck começou como o seriado que vai pro lado oposto do que é esperado, dano espaço até para os esquisitões e diferentes e foi de certa maneira novo na época, apesar de ter sido um ano que teve inicio outros seriados com uma estrutura parecida como o Reaper que tem uma analise em algum canto do blog.

O lado mais nerd foi se perdendo no decorrer das cinco temporadas, mas uma ou outra grande referencia aparecendo aqui e ali e foi um seriado que teve grandes problemas, lutando constantemente para não ser cancelado, inclusive com uma campanha de fãs para manter o seriado no ar indo atrás do principal patrocinador a rede de fast food Subway, que deu certo, mas nunca dando um futuro garantido.

E isso obviamente prejudicou o roteiro, não digo que foi a única coisa que prejudicou, até porque o grosso do roteiro teve muita coisa que não precisava, dês do primeiro episodio todo mundo que viu sabia que cedo ou tarde Chuck o nerd ia conquistar a durona sexy da Sarah e mesmo assim ficaram com idas e vindas dignas de novela e a própria temporada final que foi anunciada com antecedência e talvez a única temporada que eles tinham certeza que iria durar doze episódios e por isso poderiam fazer algo realmente grande, teve seus problemas com direito a uma participação da Trinity Carrie-Anne Moss apenas para ser o parzinho de um personagem que estava meio perdido e ficando bem evidente logo no começo da temporada.

O roteiro apesar de seus problemas é bom como um todo, principalmente para o que o seriado se propõe uma coisa leve e divertida.

As atuações são boas, a direção só falha quando se empolga demais nas cenas de luta e deixa evidente o uso de cabos, mas de modo geral é boa.

A trilha sonora é interessante. E como falei o seriado apesar de ficar menos nerd ainda conta com participações especiais e referencias, teve piadas com o DeLorean, Chevy Chase (que fez bastante filmes que lembram o estilo de humor que o seriado tem), Scott Bakula (Star Trek: Enterprise), em uma mesma temporada Brandon Routh (Superman) e Kristin Kreuk (Lana Lang do Smallville), Linda Hamilton (a Sarah Connor), Timothy Dalton (James Bond) entre tantas outras, algumas não tão obvias como o Freddie Wong (Do canal do youtube ‘’freddiew’’ que tem uma serie de curtas repletos de efeitos especiais feitos pelo mesmo).

O seriado conta com um final, que não agradou todo mundo, mas isso era de se esperar, é um final que eu gostei achei que foi bonitinho, que teve tudo o que a serie teve de melhor, o humor, a ação e até o drama, não fechou todas as portas, mas foi um final que teve conclusão e isso infelizmente é raro nos seriados hoje em dia, que preferem deixar ganchos picaretas.

Nota: 8

Teve seus altos e baixos, nas duas ultimas temporadas mais baixos que altos, só que teve vários episódios que o seriado se redime, pra mim o final redimiu a temporada que eu não estava gostando e o medo de acabar sem graça...
Mas o lance do Chuck é que ele tem aquele clima de filme bobo de ação que a geração nerd que hoje já está na faixa dos trinta anos cresceu vendo, bobinho, previsível em algumas partes, mas bastante divertido, seja com o humor, seja com o carisma dos personagens ou mesmo por mulheres lindas gostosas que chutam bundas.

Para: Se divertir sem compromisso.

Sexta-feira, Maio 11, 2012

Juiced 2: Hot Import Nights


Ano de lançamento: 2007
Gênero: Corrida
Plataformas: XBOX 360, PC, PS3, Celular, PSP, PS2, NDS,GBA *testado no 360
Estúdio: Juice Games
Distribuído: THQ

Jogo de corrida árcade, com foco na customização de carros e disputas ‘’drift’’.

Leia Mais...

O primeiro jogo Juiced tentava ser realista e tinha um jeitão que tentava pegar carona no filme ‘’Velozes e Furiosos’’ apesar de não ter corridas ilegais, essa continuação foi uma surpresa na época, porque o jogo anterior era bem medíocre.

O gráfico teve uma melhora considerável e a escolha de ser um jogo mais árcade, fácil de dirigir, mas ainda contado com elementos realistas como dano nos carros (estético, mas às vezes o nitro fica bichado) e tracionar se acelerar em momentos errados, fez com que seja bem mais agradável pilotar os carros, é talvez o jogo mais divertido para se fazer drifts (aquelas corridas de derrapagem) pelo controle mais acessível e o design das pistas, você nota que o jogo foi feito pensando nisso até pelo fato de ter desafios quase impossíveis com pontuações que ultrapassem um milhão de pontos.

Os modos de corrida são interessantes, basicamente corridas e provas de drift, mas ambas com variações, corridas de equipe, em que você não pode bater, que o ultimo colocado de cada volta é desqualificado, provas em que é preciso fazer uma certa pontuação com drifts, mas ainda assim chegar em primeiro na corrida entre outros modos. Apostas voltam tendo até mesmo desafios em que você nem ao menos corre, apenas precisa ganhar um determinado valor apostando em outro corredor, ‘’pink slips’’ apostando seu carro contra o carro de algum oponente...

Uma das novidades é o DNA do piloto, que na pratica é um registro de como você dirige, como você faz ultrapassagens, uso do nitro e coisas do tipo podendo ser calculista ou mais agressivo e esses registros podem ser baixados por amigos seja para disputar com uma inteligência artificial baseada na sua ou para te utilizar como ajudante no grupo.

Tem um bom numero de carros (que eu não contei e não encontrei a informação) e a variedade é boa, indo de ‘’muscle cars’’ a esportivos de luxo, marcas asiáticas e americanas são o principal, mas conta com algumas marcas européias, como é um jogo que foca na customização, apenas marcas que permitem isso e BMWs com seus kits próprios.

A customização conta com diversas opções, o que mais chama a atenção é poder mudar algumas coisas do interior, bancos e volantes, alem de faróis, aerofólios e conta com uma grande variedade de imagens já prontas para utilizar na pintura, não são apenas figuras geométricas, mas imagens que dão um efeito ‘’airbrushe’’ e tornam a tarefa de enfeitar o carro muito mais simples, ao invés de ter de fazer um crânio e chamas com vários layers da para pegar um layer de chamas, regular o tamanho e a posição e depois colocar um crânio em cima. O ponto negativo é que a garagem não suporta um grande numero de carros e é um daqueles jogos que se você gosta de customizar carros vai ter uma experiência gratificante pela facilidade e opções, sendo frustrante não poder guardar todos eles.

A trilha sonora em sua maioria é composta de musica eletrônica, com alguns rocks e hip-hops, boa parte das musicas soam iguais (pra mim) e a maioria não conta com vocal o que torna mais igual ainda, porem conta com alguns grupos famosos como The Prodigy com Voodoo People e Queens of the Stone Age com a ótima Go With The Flow (só gosto de duas musicas dessa banda, mas gosto muito dessas musicas). Até que combina com o jogo, mas eu constantemente uso minha própria lista do Xbox ou usando o PC.

A variedade de pistas é boa, é para ser um torneio mundial, França, Japão, Austrália e por ai vai, mas na pratica são pistas inventadas com algum monumento ou elemento representado o país de fundo, como a torre Eiffel, o Coliseu de Roma, neve e montanhas para representar os Alpes... O desenho das pistas combina com o jogo tendo curvas super fechadas em que você precisa praticamente parar o carro ou usar a parede como apoio (e perder velocidade com isso) e partes que se você pegar o ponto certo é possível fazer uma seqüência de curvas acelerando.

O gráfico ainda hoje em dia é bom (na versão testada) não é top de linha, conta com gliches, mas tem visão de dentro do carro (visão do volante e tudo mais) e o vidro fica zoado se você bater o carro, é frescura, mas ainda hoje em dia tem muitos jogos de corrida que não tem essas opções e detalhes.

Nota: 7,5


A serie Need for Speed é inconstante com a qualidade de seus lançamentos e até mesmo o propósito variando de árcade para realismo e faz muito tempo que não tem lançado um jogo com uma cara própria, Project Gotham falha na parte de customização. Juice 2 é a melhor opção que eu joguei de jogo de corrida não tão árcade (burnout) que me permite customizar carros. Quem é viciado em jogo de corrida deveria dar uma conferida e aqueles que não têm como gênero preferido, mas querem uma opção para se divertir é um jogo bem mais interessante que seus concorrentes.

Para: Aqueles que gostam de brincar e perder horas customizando carros, mas que não tem paciência para ficar criando desenhos complexos (apesar de possível já que Juice 2 tem layers) a partir de formas geométricas.

*Não, não descobri o jogo agora, já tinha jogado bastante no lançamento, mas voltei a jogar recentemente e continuo me divertindo como no lançamento.

Sábado, Maio 05, 2012

9 (9 – A Salvação)



Diretor: Shane Acker
Ano: 2009
Roteirista: Pamela Pettler, Shane Acker
Gênero: Animação, Aventura

Um boneco de pano desperta em um futuro pos-apocaliptico com a chave para a salvação da humanidade.

Leia Mais...

Ou algo assim.

A animação tem um estilo simples porem muito bem feita, e apesar de ser ‘’fofo’’ é bem pesado no cenário e em algumas cenas chegando a incomodar, é como ver um clipe de stop-motion da banda Tool.

As dublagens em inglês são boas também tendo Elijah Wood no papel principal, a direção consegue manter um clima tenso e de aventura.

O que chama mais a atenção de 9 é justamente esse clima tenso, que apesar de ser uma animação é em um cenário em que a vida biológica não existe mais e isso é levado com seriedade, não é tão dark quanto poderia ser ficando em uma categoria complicada por ser meio pesado para crianças e não é tão serio para adultos, por ter um problema no roteiro que apesar de bonitinho e esperançoso é meio confuso se for analisado de forma seria, ou talvez falte uma parte que foi pensada, mas não colocada em pratica.

Eu não quero soltar spoilers porque grande parte do filme é justamente sobre a descoberta do que aconteceu e o porquê esse boneco de pano esta vivo. Em todo caso é um roteiro interessante e uma animação visualmente bonita que se mantém bonita mesmo atualmente.

Nota: 6

É bom, eu gostei, mas tem uma parte que pra mim não fez sentido algum e isso me incomodou de tal forma que me fez diminuir um ponto na nota de tanto pensar nisso.

Para: Ver um desenho maduro para crianças?

SPOILERS incluindo sobre o final.

9 é o nome do boneco de pano principal porque, bem... Ele é o nono. Cada boneco tem um pedaço da alma de um cientista que desenvolveu uma maquina capaz de criar novas maquinas de forma independente, mas essa maquina foi corrompida por um ditador que tempos depois foi traído pela própria maquina que exterminou toda vida biológica do planeta. O cientista que deu vida para esses bonecos de pano criou um dispositivo capaz de transferir a alma (ou pedaços) para os bonecos e esse treco é multiuso.

O final do filme 9 usando o dispositivo consegue liberar alguns dos pedaços da alma do cientista que viraram as almas de alguns de seus parceiros de pano e foram sugadas para dentro do ‘’trequinho’’ as almas libertas sobem para o céu e inicia uma tempestade e as gotas de chuva contem fragmentos dessas almas. Esse final gerou confusão, pelo que eu entendi do filme esses fragmentos acabam por gerar vida biológica novamente e a humanidade (se evoluir da mesma forma) consegue uma segunda chance.

Meio confuso tudo isso, mas não é o ponto que me deixou ‘’em curto’’ o que me incomodou foi o fato desse aparelho ser feito com encaixe perfeito na terrível maquina que gerou a destruição de tudo, no começo pensei que a idéia era de colocar as almas nessa maquina e todo um simbolismo de Fé (acreditar no desconhecido) dos bonecos tendo que se deixar capturar e ‘’morrer’’ para assim completar a maquina e a maquina ser capaz de criar novos seres conscientes mecânicos, como o próprio filme mostra em uma frase do cientista ‘’a maquina só tinha minha inteligência, faltava à alma’’ (ou algo assim), mas ai o final que foi mostrado não faz sentido algum, se era para colocar na maquina o que rola no final é um plano B? Porque apenas parte das almas ou dos pedaços já dão certo? Se a idéia principal do dispositivo era a de liberar as almas na atmosfera e fazer uma ligação direta na natureza, porque ter um encaixe perfeito na maquina?

Eu achei ótimo, o potencial da historia conseguir ser um balanço entre ciência e ‘’religião’’, porque o que geraria a vida que evoluiria seria a alma de uma pessoa seja biológica ou mecânica nessas possibilidades que abordei aqui, mas acaba não sendo nenhuma coisa nem outra, talvez a idéia tenha sido modificado com medo de algum grupo protestar, afinal religioso maluco é chato, mas tem muita gente que faz ateísmo uma religião e ta cheio de ateu ortodoxo bitolado que enche tanto o saco quando o ‘’super religioso’’ e é capaz de ser tão extremista quanto.

Mas é inegável o fato que falta uma conclusão que... Bem, conclua ou a idéia do filme, pelo que é mostrado não pode ser apenas uma idéia legalzinha e se foi acaba sendo mais profundo ainda pela coincidência =P

FIM dos SPOILERS


Sexta-feira, Maio 04, 2012

TRON: Legacy (Tron: O Legado)



Diretor: Joseph Kosinski
Ano: 2010
Roteirista: Edward kitsis, Adan Horowitz, Brian Klugan, Lee Sternthal
Gênero: Aventura, Ficção Cientifica.

Kevin Flynn teve um filho e montou uma empresa que revolucionou o mundo, mas desapareceu... Vinte anos depois seu filho consegue desvendar o mistério.

Leia Mais...

TRON de oitenta e dois é mundialmente conhecido como um dos ícones nerd, tanto pelo roteiro (afinal de contas um gamer entrando ‘’no jogo’’), pelos efeitos especiais que na época eram bacanas e também por usar conceitos já utilizados na literatura de ficção cientifica, mas de uma forma mais divertida, com usuários sendo deuses criadores de universos digitais pela ótica de seus programas...

Essa continuação tem alguns pontos interessantes, Jeff Bridges que interpretou Kevin Flynn no original volta assim como Bruce Boxleitner que foi Tron o programa que lutava pelos usuários, retorna fazendo um papel pequeno de ‘’mentor’’ para o filho de Kevin, o filme mostra também uma versão jovem digitalizada de Jeff como o programa Clu e logo no inicio Sam Flynn (Garrett Hedlund) rouba o novo sistema operacional da firma criada por seu pai para colocar gratuitamente na internet rolando algumas mensagens da filosofia do software livre no processo, o que é engraçado levando em conta que é um filme da Disney dona da ABC, Marvel, ESPN, Touchstone Pictures, Buenavista Studios, Pixar e uma porrada de outras empresas que não fazem porra nenhuma de graça e vão te processar se você seguir o exemplo do filme.

Tem umas ‘’tronzetes’’ gostosinhas (mulheres com macacão coladinho no corpo incluindo a Serinda Swan que é a gostosinha morena numero 2) e só. O resto do filme eu fiquei me perguntando se seria uma grande homenagem ao mundo ‘’nerd’’, mas cheguei à conclusão que é na verdade uma serie de coisas copiadas. O visual das mulheres e de um bar para os programas (porque os programas freqüentam bares?) passam um sentimento de ‘’Mass Effect’’ (o jogo de Xbox 360), varias cenas lembram outros filmes, a seqüência final com Kevin e Clu da uma sensação de Guerra nas Estrelas, o personagem Zuse você provavelmente já viu antes, o vilão Clu tem um ajudante cuzão com visual esquisito que só está lá para encher o saco e ter uma morte merecida...

O roteiro é bem manjado que logo na metade do filme você entende o que vai acontecer e não é manjado de um jeito legal, o herói Sam é o típico jovem herói hollywoodiano no decorrer do filme ele enxerga os programas como programas (basicamente, vamos embora depois é só dar um Del.), mas subitamente ganha consciência e compaixão pela Quorra (Olivia Wilde) que mesmo salvando a bunda dele algumas vezes só no final ele (obrigado) faz o obvio, é cheio de coisas que não fazem sentido ou são explicadas é uma daquelas ficções burras ‘’olha usamos formas geométricas diferentes nas coisas que temos, mesmo não sendo praticas porque é maneiro’’ e não minha critica não é a respeito dos neons, mas o que os humanos estão comendo lá? No bar os programas soldados dando uns amassos nos programas ‘’gostosinhas do boteco’’? Os veículos com som de motor a gasolina, programas mendigos e afins.
As atuações não chamam a atenção, mais devido ao roteiro que é na verdade uma grande embolação para um festival de efeitos especiais, que nem são tão interessantes assim, o que pode chamar mais a atenção é o visual estético cheio de neon a lá Daft Punk (que também faz a trilha sonora e em minha opinião é o único responsável pelas criticas positivas do filme, por serem fãs da dupla).

A trilha sonora como falei é do Daft Punk, combina com o filme, pessoalmente eu preferia que tivesse uma mistura maior com outros artistas de musica eletrônica, já que não gosto da dupla.

A direção em quase todas as cenas da sensação de dejavu com outros filmes/jogos/desenhos e aparentemente o diretor deve ser um grande fã de filmes de porrada chineses, porque rola um monte de pirueta coreografada e poses sem sentido.

Os efeitos especiais como falei não chamam muito a atenção apesar de ser um filme visualmente bonito, mas é mais pelo conjunto dos elementos do que pelos efeitos, diga-se de passagem, quando me tornarei porrilhonario terei um quarto naquele estilo.

Nota: 4

É bonito, mas é longo se é pra ser um filme longo tem que ter uma historia melhor, se é para ter um roteiro meia bomba cheio de buraco pra ser preenchido com outras mídias que fosse um filme menor mais focado nos efeitos especiais. Fiquei entediado e não vi à hora de acabar e olha que estava empolgado com o começo.
Há sim e o personagem Tron é o ‘’guerreiro misterioso que grunge’’ SPOILER com tanto clichê nem para fazerem salvar o mundo de forma heróica no ultimo segundo, só deu uma mãozinha de forma totalmente broxante FIM DO SPOILER

Para: Fãs do Daft Punk rever porque tenho certeza que vocês já viram.